Fast-food: praticidade não significa qualidade

O documentário Super Size Me – A Dieta do Palhaço prova o perigo do consumo de fast-food




A ONU alerta que uma má alimentação tem consequências piores do que o hábito de fumar (Foto: Carol Oréfice)

Não é de hoje que hambúrgueres, batatas-fritas e outros alimentos produzidos por lanchonetes conseguiram um lugar fixo na vida do cidadão moderno. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a população latino-americana está consumindo mais fast-foods e bebidas açucaradas. Além disso, o país da América Latina que mais faz esse consumo é o Brasil. 

São dados alarmantes e que tendem a crescer, considerando o ritmo rápido da vida que se leva atualmente: os intervalos entre o trabalho, os estudos e etc são curtos, o que faz com que a alternativa mais simples seja procurar algum lanche preparado rapidamente. Mas, é necessário que cresça a conscientização sobre os males que esta alimentação pode causar.

O fenômeno dos fast-food se desenvolveu a partir da década de 1940. As Revoluções Industrial e Tecnológica aceleraram o modo de vida das pessoas, e a ideia de urgência para tudo que se faz incentivam o consumo exagerado desses alimentos (Ilustração: Justin Metz)

Por que faz mal?

Estes alimentos não costumam ter os nutrientes básicos e importantes para que o corpo humano funcione bem. A maior parte dos ingredientes que compõem o fast-food contêm mais gordura saturada, carboidratos e adição de açúcares, o que resulta em um consumo dessas substâncias que vai muito além do recomendado. O glutomato monossódico é uma das substâncias utilizadas para o realce do sabor nesses alimentos e pode causar úlceras no estômago e obesidade se consumido regularmente. 

A alimentação saudável preza os nutrientes que são necessários ao organismo, mantendo uma harmonia entre carnes, verduras, leite, entre outros. O balanceamento destes nutrientes deve ser feito por um profissional especializado, que irá definir a quantidade de energia necessária para cada indivíduo.


Morgan Spulock, no documentário Super Size Me - A Dieta do Palhaço, apresentou danos irreversíveis em seu fígado devido ao consumo exagerado de fast-food (Foto: Reprodução)

O documentário Super Size Me – A Dieta do Palhaço mostra uma experiência feita pelo diretor Morgan Spulock. Ele decide ser a própria cobaia de uma dieta totalmente baseada nos restaurantes da rede McDonald’s: faria as 3 refeições do dia lá e não poderia deixar de comer nada que lhe fosse oferecido. A produção também mostra e analisa a cultura de fast-food nos EUA, assim como as consequências de uma alimentação como a de Morgan, que termina o experimento com diversos problemas de saúde.

Clique aqui para assistir o documentário.



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